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Três fatores que influenciam no valor de um imóvel

Novos limites de financiamento imobiliário no SFH

Variação pode chegar a 50% em um mesmo local.

O piso, a mobília e o estado de conservação influenciam no preço final de um imóvel.

Dois apartamentos com características semelhantes em um mesmo condomínio podem ter valores diferentes. O piso, a mobília e o estado de conservação influenciam no preço final de um imóvel. Mas não basta que o local seja aconchegante e acolhedor, uma pessoa que procura um novo lar busca praticidade, segurança e boa localização.

O coordenador do Índice FipeZap Eduardo Zylberstajn diz que o preço de um apartamento em uma mesma rua pode variar em até 50%. Uma boa localização ajuda a valorizar o imóvel, levando em conta a necessidade do cliente. “Um casal sem filhos vai optar por um bairro mais boêmio. Quando há crianças a prioridade é a região com escolas e hospitais”, explica.

Danilo Igliori, professor do Departamento de Economia da USP e chairman do DataZAP, diz que existem três conjuntos de fatores que diferenciam os valores. Eles podem valorizar ou desvalorizar um imóvel. Veja abaixo quais são eles:

1- Características

O imóvel primeiramente é avaliado pelo seu tamanho, dormitórios e área de lazer. Fatores como número de torres e quantidade de unidades também são levados em conta. “Distribuição do espaço, boa estrutura e materiais como pisos e mobília de qualidade sempre chamam atenção de quem quer comprar ou alugar”, diz Igliori.

2- Localização

Chamados de atributos locacionais, outra forma de valorizar um imóvel é destacar no anúncio a proximidade da linha do metrô, escolas, hospitais, áreas verdes e restaurantes. Igliori diz que locais com alto índice de criminalidade e poluição sonora podem refletir no preço. “Um estabelecimento como uma casa noturna, ou uma rua onde tem feira livre, pode trazer transtornos como trânsito intenso e dificuldade de acesso”, explica.

3 – Macroeconômico

A taxa de juros tem grande impacto no valor do financiamento. É preciso analisar as perspectivas econômicas que refletem diretamente no mercado. “O cenário macroeconômico é importante para determinar o valor do imóvel, seja para investir ou para morar”, diz Igliori. Ou seja, em um momento delicado da economia, o valor da demanda sempre é mais alto e a procura é baixa. Os preços dos imóveis tendem a cair ou ficam estagnados. É o momento certo para comprar e barganhar.

Tendência no Brasil

Os bancos do país já abriram uma nova modalidade chamada “home equity”, que é uma linha de crédito ainda pouco conhecida, mas que permite que um proprietário use sua casa como garantia para fazer uma reforma, por exemplo. “Uma pessoa pode pegar um pedaço de seu imóvel quitado, como utilizar 10% do seu valor, para se mudar para um local maior”, diz Danilo Igliori. O economista lembra que em épocas de crise, é mais uma garantia disponível no mercado em operações de crédito.

Imóveis chave (Foto: Shutterstock)
Outra forma de valorizar um imóvel é destacar no anúncio a proximidade da linha do metrô, escolas, hospitais, áreas verdes e restaurantes.

Caixa só poderá financiar Minha Casa com FGTS mediante repasse

programa Minha Casa, Minha Vida

O Ministério das Cidades decidiu que a Caixa Econômica Federal está desautorizada a usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para financiar a compra de imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida sem repasse prévio de recursos.

“Fica a Caixa Econômica Federal desautorizada a utilizar, em contratações no âmbito do
Programa Minha Casa Minha Vida, as disponibilidades do FGTS, do FAR e do FDS, enquanto não constar no orçamento fiscal e da seguridade social, rubrica específica correspondente à contabilização dos adiantamentos concedidos a partir de disponibilidades dos referidos fundos”, diz a Instrução Normativa.

Obras do Minha Casa Minha Vida em Colatina (Foto: Marcelo Prest/ A Gazeta)

Apesar da nova instrução, o Ministério das Cidades disse em nota que a Caixa permanece financiando o programa Minha Casa Minha Vida por meio do FGTS, desde que haja recurso em caixa da União.

“Não há qualquer alteração no planejamento e no ritmo de contratação do Programa Minha Casa Minha Vida. Todas as modalidades, incluindo o FGTS, permanecem inalteradas. A Instrução Normativa n.º 24, publicada no Diário Oficial da União de hoje (26), consiste em orientação de procedimento à Caixa Econômica Federal para que, em não havendo repasse de recursos do OGU [Orçamento Geral da União] para contratação de novas operações do Programa Minha Casa Minha Vida, fique vedada a utilização de recursos do FGTS para suprir a cota de responsabilidade da União.”

A medida foi publicada na edição desta segunda-feira (26) do Diário Oficial da União, por meio de Instrução Normativa que entra agora em vigor e já é aplicada aos processos em curso.

O ministério explicou estar agindo “de forma preventiva” para que a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que caracterizou este tipo de operação como empréstimo – as chamadas “pedaladas fiscais” –, seja cumprida e não gere custo extraorçamentário.