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Você conhece os prazos do seu contrato de Locação?

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Locação residencial: quais são os prazos que você deve seguir?
Quando o assunto é contrato de locação residencial, é indispensável ter toda a atenção do mundo para garantir que locador e locatário fiquem satisfeitos com o acordo. Nesse contexto, o corretor precisa conhecer os prazos específicos desse tipo de contrato, repassando as informações aos envolvidos no negócio para garantir assim o cumprimento da legislação. Não seria ótimo se você conseguisse facilitar ao máximo a vida dos seus clientes? Então confira neste post quais são os prazos que eles deves seguir e se prepare para ganhar alguns pontinhos a mais no quesito confiança!

Prazo mínimo de locação
Em geral, o prazo estabelecido para o contrato de locação residencial pode ser qualquer um. Mesmo assim, porém, é necessário observar algumas condições. Contratos verbais ou que tenham prazos menores que 30 meses fazem com que a exigência do imóvel por parte do locador só aconteça após um período de 5 anos. Isso significa que, se um apartamento é alugado por 24 meses, mesmo após o encerramento do contrato, o inquilino pode ficar morando lá por outros 36 meses, desde que cumpra as condições previstas em contrato. Por isso, o mais comum é que o contrato tenha um prazo mínimo de 30 meses de vigência. Se o inquilino decide devolver o imóvel antes desse período, o normal é que haja a aplicação de uma multa rescisória.

Prazo de locação por temporada
Um contrato de locação residencial com duração de até 90 dias é considerado um aluguel de temporada — mesmo que seja para moradia efetiva. Nesse caso, há uma mudança nas regras, sendo preciso observar que as questões burocráticas também são distintas. Se seu cliente fecha um contrato de locação de 2 meses, por exemplo, ainda que seja renovado algumas outras vezes após o vencimento, está na verdade estabelecendo um aluguel de temporada.

Prazo de aviso de desocupação
Outro prazo que seus clientes devem seguir na locação residencial diz respeito ao de aviso de desocupação. Uma vez que o inquilino deseja sair do imóvel, seja antes ou depois do vencimento do contrato, é fundamental que haja um aviso de pelo menos 30 dias para que o proprietário possa se programar. O mesmo vale para quando o locador pede o imóvel de volta, a fim de garantir um período de preparação para o inquilino se ajeitar.

Prazo máximo de locação
Por lei, não existe nenhum prazo máximo para a locação residencial. Isso significa que o contrato pode durar apenas 30 meses, se assim for o desejo de ambas as partes, ou ser renovado de maneira contínua e indefinida. Mas atenção: atualizar o contrato a cada renovação é essencial, revendo o reajuste do aluguel, as garantias de pagamento e assim por diante. Isso oferece segurança para ambas as partes e evita conflitos de maneira geral.

Como você pôde ver, no caso do contrato de locação residencial, há prazos mínimos de locação e de desocupação do imóvel, enquanto o prazo máximo não é delimitado por lei.

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Três fatores que influenciam no valor de um imóvel

Novos limites de financiamento imobiliário no SFH

Variação pode chegar a 50% em um mesmo local.

O piso, a mobília e o estado de conservação influenciam no preço final de um imóvel.

Dois apartamentos com características semelhantes em um mesmo condomínio podem ter valores diferentes. O piso, a mobília e o estado de conservação influenciam no preço final de um imóvel. Mas não basta que o local seja aconchegante e acolhedor, uma pessoa que procura um novo lar busca praticidade, segurança e boa localização.

O coordenador do Índice FipeZap Eduardo Zylberstajn diz que o preço de um apartamento em uma mesma rua pode variar em até 50%. Uma boa localização ajuda a valorizar o imóvel, levando em conta a necessidade do cliente. “Um casal sem filhos vai optar por um bairro mais boêmio. Quando há crianças a prioridade é a região com escolas e hospitais”, explica.

Danilo Igliori, professor do Departamento de Economia da USP e chairman do DataZAP, diz que existem três conjuntos de fatores que diferenciam os valores. Eles podem valorizar ou desvalorizar um imóvel. Veja abaixo quais são eles:

1- Características

O imóvel primeiramente é avaliado pelo seu tamanho, dormitórios e área de lazer. Fatores como número de torres e quantidade de unidades também são levados em conta. “Distribuição do espaço, boa estrutura e materiais como pisos e mobília de qualidade sempre chamam atenção de quem quer comprar ou alugar”, diz Igliori.

2- Localização

Chamados de atributos locacionais, outra forma de valorizar um imóvel é destacar no anúncio a proximidade da linha do metrô, escolas, hospitais, áreas verdes e restaurantes. Igliori diz que locais com alto índice de criminalidade e poluição sonora podem refletir no preço. “Um estabelecimento como uma casa noturna, ou uma rua onde tem feira livre, pode trazer transtornos como trânsito intenso e dificuldade de acesso”, explica.

3 – Macroeconômico

A taxa de juros tem grande impacto no valor do financiamento. É preciso analisar as perspectivas econômicas que refletem diretamente no mercado. “O cenário macroeconômico é importante para determinar o valor do imóvel, seja para investir ou para morar”, diz Igliori. Ou seja, em um momento delicado da economia, o valor da demanda sempre é mais alto e a procura é baixa. Os preços dos imóveis tendem a cair ou ficam estagnados. É o momento certo para comprar e barganhar.

Tendência no Brasil

Os bancos do país já abriram uma nova modalidade chamada “home equity”, que é uma linha de crédito ainda pouco conhecida, mas que permite que um proprietário use sua casa como garantia para fazer uma reforma, por exemplo. “Uma pessoa pode pegar um pedaço de seu imóvel quitado, como utilizar 10% do seu valor, para se mudar para um local maior”, diz Danilo Igliori. O economista lembra que em épocas de crise, é mais uma garantia disponível no mercado em operações de crédito.

Imóveis chave (Foto: Shutterstock)
Outra forma de valorizar um imóvel é destacar no anúncio a proximidade da linha do metrô, escolas, hospitais, áreas verdes e restaurantes.

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