Especial Financiamento – Caixa é opção mais barata?

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Na hora de escolher o banco ideal para financiar a casa própria é preciso estudar todas as condições, exigências e analisar as melhores taxas. E muita gente acredita que a Caixa Econômica Federal é a melhor opção para adquirir o crédito imobiliário.

A Caixa é uma instituição financeira pública do governo federal. Durante muito tempo foi opção mais barata para adquirir o financiamento imobiliário. Mas nos dias de hoje, essa realidade mudou. É possível encontrar taxas mais em conta nos bancos privados e até mesmo no Banco do Brasil. Tudo depende do seu perfil de crédito, da modalidade de crédito e do seu relacionamento do com o banco.

Para o advogado especializado em Direito imobiliário e sócio do escritório Ferraz Sampaio e Dutra – Sociedade de Advogados, Renato Savy, normalmente o financiamento pela Caixa é mais barato que os bancos privados. “Mas é muito importante o cliente fazer simulações e comparar todas as condições.”

Outra questão que deixa os brasileiros com dúvida é a questão das taxas que acompanham o financiamento imobiliário. E como saber se não estão sendo cobradas taxas desnecessárias?

Para o Dr. Savy é normal, porém cada Banco tem a sua taxa. “As cobranças de taxas são inerentes às operações de financiamento imobiliário, como por exemplo, o seguro, que quita o financiamento em caso de falecimento do participante que entrou com a renda.”

A Caixa, o Banco do Brasil e o Santander financiam até 35 anos. Já o Itaú e o Bradesco o prazo máximo para pagar é de até 30 anos. Segundo o advogado especializado em Direito Imobiliário, Renato Savy, a maioria dos brasileiros levam entre 10 e 20 anos para quitar o saldo do financiamento imobiliário.

Pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a Caixa Econômica Federal financia até 85% dos novos imóveis e 70% dos usados. A taxa mínima é de 10,50% a.a. + TR e máxima é de 11,22% a.a. + TR.

O Banco do Brasil financia 80% do valor de avaliação ou compra e venda, no que for menor. As taxas de juros são a partir de 11,29% a.a. + TR e podem ser flexibilizadas de acordo com o relacionamento do cliente com o banco.

O Bradesco também financia até 80% do valor do imóvel residencial, novo ou usado e o prazo do financiamento imobiliário é até 30 anos para pagar. Taxa de juros de até 10,70% ao ano

No Itaú, o percentual de financiamento máximo é de até 75% do valor do imóvel, com valor mínimo de R$ 100 mil. As taxas são a partir de 10,5%, de acordo com o relacionamento e o histórico do cliente com o banco.

Já no Santander o percentual máximo é de até 70%. O financiamento permitido para imóveis
com valores a partir de R$ 90 mil e com valor a partir de R$ 60 mil. Com taxas de juros a 10,7% ao ano. O comprometimento máximo de renda pode ficar entre 30% e 35%, mas varia de acordo com a análise de crédito.

* Informações enviadas pelas assessorias das instituições bancárias em novembro de 2016.

Fonte:
SP Imóvel | http://www.spimovel.com.br

Você conhece os prazos do seu contrato de Locação?

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Locação residencial: quais são os prazos que você deve seguir?
Quando o assunto é contrato de locação residencial, é indispensável ter toda a atenção do mundo para garantir que locador e locatário fiquem satisfeitos com o acordo. Nesse contexto, o corretor precisa conhecer os prazos específicos desse tipo de contrato, repassando as informações aos envolvidos no negócio para garantir assim o cumprimento da legislação. Não seria ótimo se você conseguisse facilitar ao máximo a vida dos seus clientes? Então confira neste post quais são os prazos que eles deves seguir e se prepare para ganhar alguns pontinhos a mais no quesito confiança!

Prazo mínimo de locação
Em geral, o prazo estabelecido para o contrato de locação residencial pode ser qualquer um. Mesmo assim, porém, é necessário observar algumas condições. Contratos verbais ou que tenham prazos menores que 30 meses fazem com que a exigência do imóvel por parte do locador só aconteça após um período de 5 anos. Isso significa que, se um apartamento é alugado por 24 meses, mesmo após o encerramento do contrato, o inquilino pode ficar morando lá por outros 36 meses, desde que cumpra as condições previstas em contrato. Por isso, o mais comum é que o contrato tenha um prazo mínimo de 30 meses de vigência. Se o inquilino decide devolver o imóvel antes desse período, o normal é que haja a aplicação de uma multa rescisória.

Prazo de locação por temporada
Um contrato de locação residencial com duração de até 90 dias é considerado um aluguel de temporada — mesmo que seja para moradia efetiva. Nesse caso, há uma mudança nas regras, sendo preciso observar que as questões burocráticas também são distintas. Se seu cliente fecha um contrato de locação de 2 meses, por exemplo, ainda que seja renovado algumas outras vezes após o vencimento, está na verdade estabelecendo um aluguel de temporada.

Prazo de aviso de desocupação
Outro prazo que seus clientes devem seguir na locação residencial diz respeito ao de aviso de desocupação. Uma vez que o inquilino deseja sair do imóvel, seja antes ou depois do vencimento do contrato, é fundamental que haja um aviso de pelo menos 30 dias para que o proprietário possa se programar. O mesmo vale para quando o locador pede o imóvel de volta, a fim de garantir um período de preparação para o inquilino se ajeitar.

Prazo máximo de locação
Por lei, não existe nenhum prazo máximo para a locação residencial. Isso significa que o contrato pode durar apenas 30 meses, se assim for o desejo de ambas as partes, ou ser renovado de maneira contínua e indefinida. Mas atenção: atualizar o contrato a cada renovação é essencial, revendo o reajuste do aluguel, as garantias de pagamento e assim por diante. Isso oferece segurança para ambas as partes e evita conflitos de maneira geral.

Como você pôde ver, no caso do contrato de locação residencial, há prazos mínimos de locação e de desocupação do imóvel, enquanto o prazo máximo não é delimitado por lei.